O protecionismo estadunidense

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O país que defende o liberalismo (para os outros) acaba de reaafirmar o ditado que diz “façam o que digo, mas não façam o que faço”. Para os Estados Unidos a política do Estado mínimo só serve se ele (os EUA) tiverem alguma vantagem,, caso contrário o que praticam (sem defender para o resto do mundo) é exatamente um Estado controlador e regulador da economia.

Prova desse Estado mínimo às avesssas é o mais novo pacote de tarifas no valor de US$ 200 bilhões impostas pelos Estados Unidos para a China que entrou em vigor hoje (24) e ameaça aumentar ainda mais a guerra comercial entre ambas as potências.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, há uma semana ordenou a imposição destas tarifas – de 10% no valor de US$ 200 bilhões – a produtos chineses. Não há como negar que Estados Unidos e China estão em ativa guerra comercial e pelas ações do governo americano não existe, no horizonte próximo, uma indicação de que esta política intervencionista e protecionista irá se reverter.
O que tudo indica é que o governo estadunidense não tem intenção de frear as políticas comerciais em relação à China e, claro, a China, atual segunda potência econômica mundial, não irá ficar de braços cruzados observando os movimentos protecionistas daquele que se apresenta como o seu maior rival geopolítico mundial.
O texto que aqui exponho pode ser utilizado como porta de entrada para se discutir em sala de aula as ações estadunidenses no cenário geopolítico mundial e suas consequências para o Brasil.
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